Sobre a manifestação de ódio organizada por neo-ateístas ingleses contra o Papa, Ricardo Silvestre descreve-a como "repudio da visita do papa, dos disparates e mostra do desespero de causa dos católicos." Nenhum disparate ou razão desse desespero de causa dos católicos foi referenciado por Silvestre. Ficamos, uma vez mais, sem saber do que está a falar.
Mas nem tudo está perdido. Nesse texto, Silvestre finalmente esclarece o que quis dizer com um certo texto seu que pretendia arrumar de vez um argumento que não foi capaz de dizer qual era. Sabe-se agora que aquelas citações e fotografias, pretendiam ser " vários factos de como o Nazismo nunca promoveu o ateísmo e Hitler era tudo menos um ateísta." Regista-se.
E conclui-se que, voltando a ler o texto em busca deles, nenhum facto a demonstrar isso foi apresentado.
Foi publicado também um video com um discurso de Richard Dawkins, nessa manifestação organizada por Peter Tatchell. Ricardo Silvestre pensa que Dawkins também apresentou "vários factos de como o nazismo nunca promoveu o ateismo e Hitler era tudo menos um ateísta".
Mas a verdade é que Dawkins não apresentou um único facto em relação a esse ou qualquer assunto durante o discurso.
Antes de tudo,
-Richard Dawkins e Peter Tatchell, com aquela aparição em público, confessaram publicamente ser mentirosos, vigaristas e interessados em lucrar com o sofrimento de crianças vítimas de abuso sexual. São dois criminosos.
A prova:
- Há meses, Richard Dawkins e Peter Tatchell comunicaram à imprensa a hipótese de colocarem um processo em tribunal contra o Papa quando ele visitasse a Inglaterra, acusando-o publicamente de cumplicidade com a pedofilia, através da protecção a abusadores e ocultação de casos.
-A acusação foi gravíssima, esse crime é tão condenável como abusar directamente as crianças.
-Para fazer uma acusação dessas, é preciso provas.
-O Papa chegou a Inglaterra na data prevista. Nenhum processo-crime por cumplicidade com a pedofilia lhe foi instaurado pelas autoridades inglesas, durante a sua presença de vários dias no país.
-Daqui, conclui-se que Dawkins e Tatchell, com todo o tempo que tiveram, não conseguiram reunir UMA única prova que permitisse sequer suspeitar de Joseph Ratzinger, quanto mais permitir as autoridades inglesas levá-lo a julgamento.
- No video com o discurso de Dawkins, vemos Tatchell a erguer bem alto um cartaz com a afirmação " O Papa ocultou pedofilia".
-No discurso de Dawkins, podemos ouvi-lo responsabilizar o Papa pela sodomia de rapazes.
Essas acusações, sabem-no bem Dawkins e Tatchell que não conseguiram reunir qualquer prova para levar a cabo a sua intenção de processar o Papa, depois de terem dito que o iriam tentar; são baseadas em NADA.
Em vez de terem pedido desculpas públicas pela acusação gravíssima, que não conseguiram nem conseguem provar, agem como inimputáveis. Saem à rua e voltam a lançar lama sobre um homem, porque o odeiam, atribuindo-lhe culpas de um dos piores crimes.
Compreender o grau de sociopatia de Dawkins, Tatchell e manifestantes que os aplaudem, não depende da crença religiosa ou ateísmo de quem analise estes factos. Mesmo imaginando que teria sido com as melhores das intenções em relação às vítimas e por convicção sincera que aqueles dois acusaram Joseph Ratzinger de tais crimes ( o que é impossível, pois quem está convicto de uma coisa dessas dirige-se às autoridades antes de vir para a comunicação social afirmar que está a pensar fazê-lo), o reconhecimento da inexistência de provas para terem chamado a alguém protector de de pedófilos, bastaria para se fecharem em casa durante o resto das suas vidas, não de pegarem em microfones, cartazes e voltarem a repetir o mesmo publicamente.
Portanto, mesmo antes de analisar o discurso de Dawkins, já podemos concluir estarmos perante um psicopata criminoso e sem empatia pelo seu semelhante. Acusa-o de uma coisa horrível, percebe que não tem motivos para acusar, e para tentar salvar a pele e reputação, continua a acusar. Dawkins, Tachtell e restante turma foram tomados pelo ódio cego, aproveitam o sofrimento de crianças para ganho político e mediátio.
Quando ao discurso em si, é uma coisa horripilante. Luciano Ayan contabilizou e demonstrou como tais, 27 (vinte e sete) mentiras do senhor Richard Dawkins, em apenas 9 minutos!!! Deixo excerto da conclusão do Luciano, depois de ter provado que a média de Dawkins é 3 (três) mentiras em cada minuto de boca aberta:
"O discurso de Bento XVI foi simplesmente contra o extremismo de um dos lados. Não foi um ataque genérico. Foi um argumento embasado, inclusive citando o fato de que realmente a “exclusão de Deus, da religião e da virtude da vida pública” levou às maiores atrocidades das últimas 10 décadas. Para sustentar o argumento de Bento XVI, é fácil demais.
(1) Crença na idéia de que o homem pode e irá criar um mundo perfeito, isento de males
(2) Sensação de que se pertence ao grupo que irá consolidar este mundo perfeito
(3) Noção de que, ao se lutar por esse ideal, todos os atos estão a priori justificados (inclusive mentir 27 vezes sobre o oponente)
(4) Criação de campanha de rejeição social e fomentação de ódio contra um grupo, a ser selecionado como bode expiatório, grupo este que será divulgado como o grupo “inimigo” deste novo mundo (para Dawkins, são os religiosos, para Hitler, eram os judeus, para Marx, eram os burgueses, para a Al Qaeda, são os norte-americanos)
(5) Ambições de dimensões globais em torno desse ideal
A junção desses cinco itens, que configuram a mentalidade revolucionária, é uma DOENÇA MENTAL surgida com o humanismo. Que é justamente a oposição à crença em Deus na visão judaico-cristã.
Temos que deixar as coisas bem claras: é esse tipo de filosofia defendida por Dawkins que gerou TODAS as mortes do marxismo e do nazismo.É só contar o número de mortos do comunismo e do nazismo. Quase 150 milhões de vítimas. E estou contando por baixo.
Joseph Ratzinger estava certíssimo ao notar que esse tipo de iniciativa (advinda da estúpida crença no “homem como criador do mundo perfeito”) é aquilo que gerou as maiores atrocidades da humanidade.
É sempre a mesma conversinha: “Criaremos o mundo perfeito. Temos que lutar contra os inimigos deste mundo. Sou do lado da razão. Lhe trarei esse mundo”.
Um pouco por todo o mundo, os neo-ateus enfiaram o barrete até às orelhas. Ouviram uma crítica ao nazismo e extremismo ateu, e publicamente confessam que consideram isso criticar, provocar e insultar "os ateus".
Se alguém agiu mal, nunca pode ser ateu, pois os ateus são bons. Os ateus vão mudar o mundo para melhor, pois são fortes, inteligentes, racionais e cépticos. Não se pode dizer que houve extremismo ateu, se houve algo ateu, foi bom. Se não foi bom, não foi ateu. Acusar alguém de ter levado o seu ateísmo a consequências trágicas para a humanidade, é ofensa a todos os ateus, que nunca fariam uma coisa dessas com o seu ateísmo. Eis o pensamento neo-ateísta. Há algo mais nazi do que isto?
A tese de Dawkins é que o Papa falou no extremismo ateu nazi para desviar as atenções dos casos de pedofilia. Só que o Papa, também discursou em Inglaterra sobre os casos de pedofilia, mostrando solidariedade com as vítimas e vergonha por tais atrocidades. Fê-lo à frente de 2000 pessoas. Claro, para fugir ao assunto...
A linha editorial do Portal Ateu é isenta de qualquer pensamento crítico e objectivo. Promove mentiras e discursos próprios de comício nazi, como se fossem "factos" que mostrassem alguma coisa.
Mas nem tudo está perdido. Nesse texto, Silvestre finalmente esclarece o que quis dizer com um certo texto seu que pretendia arrumar de vez um argumento que não foi capaz de dizer qual era. Sabe-se agora que aquelas citações e fotografias, pretendiam ser " vários factos de como o Nazismo nunca promoveu o ateísmo e Hitler era tudo menos um ateísta." Regista-se.
E conclui-se que, voltando a ler o texto em busca deles, nenhum facto a demonstrar isso foi apresentado.
Foi publicado também um video com um discurso de Richard Dawkins, nessa manifestação organizada por Peter Tatchell. Ricardo Silvestre pensa que Dawkins também apresentou "vários factos de como o nazismo nunca promoveu o ateismo e Hitler era tudo menos um ateísta".
Mas a verdade é que Dawkins não apresentou um único facto em relação a esse ou qualquer assunto durante o discurso.
Antes de tudo,
-Richard Dawkins e Peter Tatchell, com aquela aparição em público, confessaram publicamente ser mentirosos, vigaristas e interessados em lucrar com o sofrimento de crianças vítimas de abuso sexual. São dois criminosos.
A prova:
- Há meses, Richard Dawkins e Peter Tatchell comunicaram à imprensa a hipótese de colocarem um processo em tribunal contra o Papa quando ele visitasse a Inglaterra, acusando-o publicamente de cumplicidade com a pedofilia, através da protecção a abusadores e ocultação de casos.
-A acusação foi gravíssima, esse crime é tão condenável como abusar directamente as crianças.
-Para fazer uma acusação dessas, é preciso provas.
-O Papa chegou a Inglaterra na data prevista. Nenhum processo-crime por cumplicidade com a pedofilia lhe foi instaurado pelas autoridades inglesas, durante a sua presença de vários dias no país.
-Daqui, conclui-se que Dawkins e Tatchell, com todo o tempo que tiveram, não conseguiram reunir UMA única prova que permitisse sequer suspeitar de Joseph Ratzinger, quanto mais permitir as autoridades inglesas levá-lo a julgamento.
- No video com o discurso de Dawkins, vemos Tatchell a erguer bem alto um cartaz com a afirmação " O Papa ocultou pedofilia".
-No discurso de Dawkins, podemos ouvi-lo responsabilizar o Papa pela sodomia de rapazes.
Essas acusações, sabem-no bem Dawkins e Tatchell que não conseguiram reunir qualquer prova para levar a cabo a sua intenção de processar o Papa, depois de terem dito que o iriam tentar; são baseadas em NADA.
Em vez de terem pedido desculpas públicas pela acusação gravíssima, que não conseguiram nem conseguem provar, agem como inimputáveis. Saem à rua e voltam a lançar lama sobre um homem, porque o odeiam, atribuindo-lhe culpas de um dos piores crimes.
Compreender o grau de sociopatia de Dawkins, Tatchell e manifestantes que os aplaudem, não depende da crença religiosa ou ateísmo de quem analise estes factos. Mesmo imaginando que teria sido com as melhores das intenções em relação às vítimas e por convicção sincera que aqueles dois acusaram Joseph Ratzinger de tais crimes ( o que é impossível, pois quem está convicto de uma coisa dessas dirige-se às autoridades antes de vir para a comunicação social afirmar que está a pensar fazê-lo), o reconhecimento da inexistência de provas para terem chamado a alguém protector de de pedófilos, bastaria para se fecharem em casa durante o resto das suas vidas, não de pegarem em microfones, cartazes e voltarem a repetir o mesmo publicamente.
Portanto, mesmo antes de analisar o discurso de Dawkins, já podemos concluir estarmos perante um psicopata criminoso e sem empatia pelo seu semelhante. Acusa-o de uma coisa horrível, percebe que não tem motivos para acusar, e para tentar salvar a pele e reputação, continua a acusar. Dawkins, Tachtell e restante turma foram tomados pelo ódio cego, aproveitam o sofrimento de crianças para ganho político e mediátio.
Quando ao discurso em si, é uma coisa horripilante. Luciano Ayan contabilizou e demonstrou como tais, 27 (vinte e sete) mentiras do senhor Richard Dawkins, em apenas 9 minutos!!! Deixo excerto da conclusão do Luciano, depois de ter provado que a média de Dawkins é 3 (três) mentiras em cada minuto de boca aberta:
"O discurso de Bento XVI foi simplesmente contra o extremismo de um dos lados. Não foi um ataque genérico. Foi um argumento embasado, inclusive citando o fato de que realmente a “exclusão de Deus, da religião e da virtude da vida pública” levou às maiores atrocidades das últimas 10 décadas. Para sustentar o argumento de Bento XVI, é fácil demais.
(1) Crença na idéia de que o homem pode e irá criar um mundo perfeito, isento de males
(2) Sensação de que se pertence ao grupo que irá consolidar este mundo perfeito
(3) Noção de que, ao se lutar por esse ideal, todos os atos estão a priori justificados (inclusive mentir 27 vezes sobre o oponente)
(4) Criação de campanha de rejeição social e fomentação de ódio contra um grupo, a ser selecionado como bode expiatório, grupo este que será divulgado como o grupo “inimigo” deste novo mundo (para Dawkins, são os religiosos, para Hitler, eram os judeus, para Marx, eram os burgueses, para a Al Qaeda, são os norte-americanos)
(5) Ambições de dimensões globais em torno desse ideal
A junção desses cinco itens, que configuram a mentalidade revolucionária, é uma DOENÇA MENTAL surgida com o humanismo. Que é justamente a oposição à crença em Deus na visão judaico-cristã.
Temos que deixar as coisas bem claras: é esse tipo de filosofia defendida por Dawkins que gerou TODAS as mortes do marxismo e do nazismo.É só contar o número de mortos do comunismo e do nazismo. Quase 150 milhões de vítimas. E estou contando por baixo.
Joseph Ratzinger estava certíssimo ao notar que esse tipo de iniciativa (advinda da estúpida crença no “homem como criador do mundo perfeito”) é aquilo que gerou as maiores atrocidades da humanidade.
É sempre a mesma conversinha: “Criaremos o mundo perfeito. Temos que lutar contra os inimigos deste mundo. Sou do lado da razão. Lhe trarei esse mundo”.
Um pouco por todo o mundo, os neo-ateus enfiaram o barrete até às orelhas. Ouviram uma crítica ao nazismo e extremismo ateu, e publicamente confessam que consideram isso criticar, provocar e insultar "os ateus".
Se alguém agiu mal, nunca pode ser ateu, pois os ateus são bons. Os ateus vão mudar o mundo para melhor, pois são fortes, inteligentes, racionais e cépticos. Não se pode dizer que houve extremismo ateu, se houve algo ateu, foi bom. Se não foi bom, não foi ateu. Acusar alguém de ter levado o seu ateísmo a consequências trágicas para a humanidade, é ofensa a todos os ateus, que nunca fariam uma coisa dessas com o seu ateísmo. Eis o pensamento neo-ateísta. Há algo mais nazi do que isto?
A tese de Dawkins é que o Papa falou no extremismo ateu nazi para desviar as atenções dos casos de pedofilia. Só que o Papa, também discursou em Inglaterra sobre os casos de pedofilia, mostrando solidariedade com as vítimas e vergonha por tais atrocidades. Fê-lo à frente de 2000 pessoas. Claro, para fugir ao assunto...
A linha editorial do Portal Ateu é isenta de qualquer pensamento crítico e objectivo. Promove mentiras e discursos próprios de comício nazi, como se fossem "factos" que mostrassem alguma coisa.
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