O que define o moralista, não é ele ser conservador ou liberal; mas uma forte predisposição para espreitar para o quintal do vizinho, criticando-o por não agir da mesma forma que o moralista considera correcta, sem ninguém lhe ter perguntado nada. Hoje em dia, vivemos num clima de forte moralismo, para o qual contribuem os movimentos neo-ateístas.
O liberal revolucionário pensa os seus gostos subjectivos e interesses particulares, em termos absolutos. Ele tem de mudar o mundo para melhor, mas não tem referência moral objectiva para conseguir convencer alguém que as suas posições são correctas. Então, atalha caminho, pega no seu gosto subjectivo como referência que está mais à mão, e nem vai tratar de discutir com os outros o que seria mais correcto, mas impor o que já sabe ser melhor para todos. Se é bom para ele, tem de ser bom para todos.
Temos o exemplo da notícia sobre pais que se sentiram incomodados por palavrões constarem num dicionário escolar.
Ricardo Alves esqueceu-se que ninguém o proibe de ensinar os palavrões que quiser aos seus filhos, mas ficou tão zangado por haver outros pais que não querem ser obrigados pelo Estado a ensiná-los, quando e como o Estado quer; que resolveu chamar o "diácono remédios". A ironia resultou em sentido contrário, quem fez figura de censor sobre a vida e decisões privadas dentro da casa dos outros foi o próprio Alves.
No seguimento desta notícia, apareceu também outro moralista a dar a sua opinião sobre o assunto, Ludwig Kripphal. Vamos ouvi-lo:
"Os meus miúdos têm esse desde a segunda classe. E é claro que tem palavrões. Que belo dicionário seria se não os tivesse. Foi num instante que aprenderam a consultá-lo. Eu dizia os palavrões e eles folheavam-no à caça dos alhos e das onas naquele entusiasmo infantil que nós já só recordamos com uma ponta de inveja."
Até aqui, nada temos a ver com isto. O homem decidiu expor publicamente como é que essas coisas se processam lá em casa. Decisão dele, nada tenho a comentar.
Aparentemente, o assunto estaria arrumado. Se ele fosse uma pessoa de bem, informaria que não se incomodava por os seus filhos terem acesso ao dicionário, mas que era um direito outros pais terem ideia diferente para os seus filhos.
O pior é que o seu caso particular, vai servi-lhe de referência para ditar que o Estado tem mesmo de ensinar palavrões a todas as crianças, mesmo que os pais não queiram. Para não nos perdermos mais à frente, a referência escolhida é "os meus miúdos", " a minha vida", a "minha casa", "aquilo que eu decidi ser melhor para a minha família".
Mais subjectivo, como fundamento de raciocínio sobre o que deve ser ensinado aos filhos dos outros, que ele não conhece, não poderia ser. Resta agora ler com atenção, até onde vai o seu grau de insanidade ( não há outro termo mais adequado), partindo de algo tão subjectivo. Deixo os excertos mais curiosos, que constam no texto original e nos comentários que se desenrolaram a propósito:
"Infelizmente, muita gente julga que educar é pôr palas nos olhos. Nisto dos palavrões, na educação sexual, nos “valores”, nas religiões e o que mais haja que incomode os pais, a solução é tapar e fingir que só existe aquilo que os pais aprovam. O que, além do exemplo de hipocrisia, só ensina aos miúdos que não podem contar com os pais para estas coisas."
Respondeu-lhe assim o nosso amigo Mats, com o óbvio:
«O que se passa é que muitos pais não querem que os seus filhos aprendam certos tópicos da boca de estranhos. Estão no seu direito.»
Responde o Grande Pedagogo:
"Daí a necessidade de lhes ensinar isso primeiro. Assim, quando o ouvirem da boca de estranhos, já sabem o que é. O problema é que muitos pais querem isolar os seus filhos de qualquer informação que os pais não aprovem. E isso já nem sempre faz parte dos seus direitos... "
Não deixa muitas alternativas: ou ensinas palavrões aos teus filhos quando eu quero, ou então tens de deixar que eu lhes ensine palavrões, quando eu quero.
"Os pais não têm o direito de ensinar os filhos. Não é uma opção. Os pais têm o dever de ensinar os filhos. É uma obrigação. E se não a cumprem, para bem dos filhos, alguém tem de o fazer. "
Tradução: se não cumprem como o Ludwig acha que é para o bem de todas as crianças, o Ludwig terá de o fazer. Isto será confirmado à frente.
"Se ensinam aos filhos o que é o sexo, contracepção, gravidez, doenças venéreas, etc, e lhes dizem que antes do casamento é errado, tudo bem. Têm direito de expressar a sua opinião."
Olha, é magnânimo, pelo menos concede ao pai o direito de expressar opiniões aos filhos. Mas "opinião". Nada de ensinar e educar. Isso fica à responsabilidade do Ludwig...
"Mas se querem impedir que os filhos aprendam essas coisas como forma de evitar que tenham sexo antes do casamento, além de burros estão a ser negligentes com as suas responsabilidades de progenitores."
Ah, que tolerância. Ele até sabe porque é que os pais não querem que estranhos lhes ensinem certas coisas, em certas alturas. E então, para evitar esse grande atentado aos direitos das crianças, há que chamar quem?
"E penso que o Estado tem a obrigação de garantir pelo menos a oportunidade das crianças se tornarem em adultos autónomos em vez de escravos dos preconceitos daqueles pais que a sorte lhes deu."
O Estado! Palavra de comuno-fascista!
"Nem sequer é correcto falar do "direito de educar". É um dever, e deve ser cumprido no interesse do educando e não no interesse do educador"´
Tradução: é um dever os pais ensinarem aos seus filhos, quando e como o "Ludwig-Estado" deseja, que sexo, contracepção, gravidez e doenças venéreas existem. Caso contrário, estão em falta com o dever que o "Ludwig-Estado" lhes atribuiu.
"Com a educação sexual é o mesmo. Por exemplo, eu sou contra o aborto subsidiado pelo estado e acho que não devia ser uma prática permitida para planeamento familiar. Mas isso não me dá o direito de proibir os meus filhos de aprender que, na nossa sociedade, o aborto é legal e subsidiado pelo Estado."
Calma lá, ó Estaline da treta. Tu e os teus amiguinhos é que não têm o direito de ensinar aos meus filhos que o aborto é um método contraceptivo, uma forma de assassinato politicamente discutível e aceitável, e a sua legalização o mesmo que a sua validação moral. E quero lá saber que tu digas que não concordas com o aborto como tal. Se não concordas, e ainda assim queres obrigar os filhos de todos a aceitarem que o aborto é um método contraceptivo, deves andar a fumar coisas estranhas e fora do prazo de validade...
"Porque, concorde ou não, é essa a realidade em que eles vão crescer. E precisamente para não atropelar direitos individuais é preciso proteger os direitos das crianças, que também são indivíduos, e não os subordinar aos caprichos dos pais."
Claro, e quando legalizarem a pedofilia, como é nessa realidade que eles vão crescer, não podemos atropelar-lhes os direitos individuais protegidos pelo estado: se um adulto quiser ter relações sexuais com os meninos, isso está legalizado. E pronto, ficam informados. Nem todos os pais concordarão com a pedofilia, ou com o actual limite legal da idade de consentimento, mas as crianças têm o direito a ser informados que, tendo mais de 14 anos e sendo seduzidas por um adulto para fins sexuais, ele não lhes está a querer fazer qualquer mal.
"Uma coisa é ensinares o que queres ao teu filho. Isso está no teu direito, como indivíduo, e não te podem obrigar a ensinar outras coisas.Outra é poderes proibir que ensinem algo ao teu filho. Isso não é parte dos teus direitos individuais porque, em rigor, nem é nada contigo. É com o teu filho. E são os direitos dele que estão em causa aqui"
Exacto. Quando um estranho com o cargo de funcionário público quiser ensinar aos meus filhos que a sodomia é uma prática aceitável, ou perguntar-lhes se eles se masturbam, não é nada comigo. São lá negócios entre ele o meu puto de cinco, seis, sete, dez, doze anos. Temos de dar espaços às crianças para aprenderem a defender-se das intromissões de adultos estranhos. Está bem...
"Por isso a decisão daquilo que o Estado ensina às crianças não deve ser tomada em função das ideologias ou preferências dos pais mas sim em função dos interesses das crianças."
Mas, quem é o Estado nesta conversa? Ah pois, a experiência de vida do senhor Ludwig Krippahl. "Meus miúdos"servem de padrão para "Vossos miúdos".
"Pode não ser tudo ensinado ao mesmo tempo, mas a decisão de quando e o quê deve ser tomada de acordo com o interesse das crianças. São os seus direitos individuais que estão em causa, não os dos pais"
A bem das crianças, contra os pais. Ludwig Krippahl, um reles e miserável projecto de ditador de costumes.
Aqui está um belo resultado da aplicação deste tipo de teorias que o papagaio está a promover: http://www.queridafilha.com/
"Não tenho é o direito de impedir os meus filhos de aprenderem coisas que lhes possam ser úteis, mesmo que sejam coisas das quais eu discordo. É a diferença entre ensinar e pôr palas."
O gajo não entende que ninguém o proibe de ensinar aos filhos aquilo que ele bem entender. Partiu disso, para pensar que também ninguém o pode proibir de ditar aos filhos dos outros, aquilo que ele entende que lhes vai ser útil. Está em delírio psicótico.
"De resto, é impossível ensinar crianças sem qualquer doutrina. Vamos deixar que se comportem na aula conforme os pais queiram? Que façam os trabalhos que lhes apetecer, que aprovem ou reprovem como os pais quiserem, que tenham de saber apenas a matéria que os pais aprovarem?"
É possível ensinar matemática, português, história ou geografia sem qualquer doutrina ideológica. O que não é possível é EDUCAR uma criança sem disciplina, princípios e valores. Como o Estado é ideologicamente neutro, a escola pública tem de ensinar algo de tecnicamente útil para o futuro das crianças. Quem educa são os pais, a escola simplesmente presta um serviço de ensino. Não serve para malucos ditarem que as crianças estão na escola, para serem salvas dos próprios pais.
"Eu diria que um dos problemas da educação é precisamente tentar fazer demasiado a vontade aos pais..."
Claro, vamos antes fazer a vontade à pandilha do Ludwig Krippahl, através de "o Estado".
Estamos perante o mesmo padrão do discurso aqui há dias analisado, retirado do Portal Ateu.
Com este tipo de indivíduos, não se discute, não se debate, não se tenta convencer com argumentos. Com quem nos está a dizer que temos de entregar as nossas crianças ao Estado e que a nossa vontade em relação ao bem-estar dos nossos filhos é um problema, apenas se pode tomar a seguinte atitude:
Se tiver crianças por perto, o video abaixo contém linguagem obscena
O liberal revolucionário pensa os seus gostos subjectivos e interesses particulares, em termos absolutos. Ele tem de mudar o mundo para melhor, mas não tem referência moral objectiva para conseguir convencer alguém que as suas posições são correctas. Então, atalha caminho, pega no seu gosto subjectivo como referência que está mais à mão, e nem vai tratar de discutir com os outros o que seria mais correcto, mas impor o que já sabe ser melhor para todos. Se é bom para ele, tem de ser bom para todos.
Temos o exemplo da notícia sobre pais que se sentiram incomodados por palavrões constarem num dicionário escolar.
Ricardo Alves esqueceu-se que ninguém o proibe de ensinar os palavrões que quiser aos seus filhos, mas ficou tão zangado por haver outros pais que não querem ser obrigados pelo Estado a ensiná-los, quando e como o Estado quer; que resolveu chamar o "diácono remédios". A ironia resultou em sentido contrário, quem fez figura de censor sobre a vida e decisões privadas dentro da casa dos outros foi o próprio Alves.
No seguimento desta notícia, apareceu também outro moralista a dar a sua opinião sobre o assunto, Ludwig Kripphal. Vamos ouvi-lo:
"Os meus miúdos têm esse desde a segunda classe. E é claro que tem palavrões. Que belo dicionário seria se não os tivesse. Foi num instante que aprenderam a consultá-lo. Eu dizia os palavrões e eles folheavam-no à caça dos alhos e das onas naquele entusiasmo infantil que nós já só recordamos com uma ponta de inveja."
Até aqui, nada temos a ver com isto. O homem decidiu expor publicamente como é que essas coisas se processam lá em casa. Decisão dele, nada tenho a comentar.
Aparentemente, o assunto estaria arrumado. Se ele fosse uma pessoa de bem, informaria que não se incomodava por os seus filhos terem acesso ao dicionário, mas que era um direito outros pais terem ideia diferente para os seus filhos.
O pior é que o seu caso particular, vai servi-lhe de referência para ditar que o Estado tem mesmo de ensinar palavrões a todas as crianças, mesmo que os pais não queiram. Para não nos perdermos mais à frente, a referência escolhida é "os meus miúdos", " a minha vida", a "minha casa", "aquilo que eu decidi ser melhor para a minha família".
Mais subjectivo, como fundamento de raciocínio sobre o que deve ser ensinado aos filhos dos outros, que ele não conhece, não poderia ser. Resta agora ler com atenção, até onde vai o seu grau de insanidade ( não há outro termo mais adequado), partindo de algo tão subjectivo. Deixo os excertos mais curiosos, que constam no texto original e nos comentários que se desenrolaram a propósito:
"Infelizmente, muita gente julga que educar é pôr palas nos olhos. Nisto dos palavrões, na educação sexual, nos “valores”, nas religiões e o que mais haja que incomode os pais, a solução é tapar e fingir que só existe aquilo que os pais aprovam. O que, além do exemplo de hipocrisia, só ensina aos miúdos que não podem contar com os pais para estas coisas."
Respondeu-lhe assim o nosso amigo Mats, com o óbvio:
«O que se passa é que muitos pais não querem que os seus filhos aprendam certos tópicos da boca de estranhos. Estão no seu direito.»
Responde o Grande Pedagogo:
"Daí a necessidade de lhes ensinar isso primeiro. Assim, quando o ouvirem da boca de estranhos, já sabem o que é. O problema é que muitos pais querem isolar os seus filhos de qualquer informação que os pais não aprovem. E isso já nem sempre faz parte dos seus direitos... "
Não deixa muitas alternativas: ou ensinas palavrões aos teus filhos quando eu quero, ou então tens de deixar que eu lhes ensine palavrões, quando eu quero.
"Os pais não têm o direito de ensinar os filhos. Não é uma opção. Os pais têm o dever de ensinar os filhos. É uma obrigação. E se não a cumprem, para bem dos filhos, alguém tem de o fazer. "
Tradução: se não cumprem como o Ludwig acha que é para o bem de todas as crianças, o Ludwig terá de o fazer. Isto será confirmado à frente.
"Se ensinam aos filhos o que é o sexo, contracepção, gravidez, doenças venéreas, etc, e lhes dizem que antes do casamento é errado, tudo bem. Têm direito de expressar a sua opinião."
Olha, é magnânimo, pelo menos concede ao pai o direito de expressar opiniões aos filhos. Mas "opinião". Nada de ensinar e educar. Isso fica à responsabilidade do Ludwig...
"Mas se querem impedir que os filhos aprendam essas coisas como forma de evitar que tenham sexo antes do casamento, além de burros estão a ser negligentes com as suas responsabilidades de progenitores."
Ah, que tolerância. Ele até sabe porque é que os pais não querem que estranhos lhes ensinem certas coisas, em certas alturas. E então, para evitar esse grande atentado aos direitos das crianças, há que chamar quem?
"E penso que o Estado tem a obrigação de garantir pelo menos a oportunidade das crianças se tornarem em adultos autónomos em vez de escravos dos preconceitos daqueles pais que a sorte lhes deu."
O Estado! Palavra de comuno-fascista!
"Nem sequer é correcto falar do "direito de educar". É um dever, e deve ser cumprido no interesse do educando e não no interesse do educador"´
Tradução: é um dever os pais ensinarem aos seus filhos, quando e como o "Ludwig-Estado" deseja, que sexo, contracepção, gravidez e doenças venéreas existem. Caso contrário, estão em falta com o dever que o "Ludwig-Estado" lhes atribuiu.
"Com a educação sexual é o mesmo. Por exemplo, eu sou contra o aborto subsidiado pelo estado e acho que não devia ser uma prática permitida para planeamento familiar. Mas isso não me dá o direito de proibir os meus filhos de aprender que, na nossa sociedade, o aborto é legal e subsidiado pelo Estado."
Calma lá, ó Estaline da treta. Tu e os teus amiguinhos é que não têm o direito de ensinar aos meus filhos que o aborto é um método contraceptivo, uma forma de assassinato politicamente discutível e aceitável, e a sua legalização o mesmo que a sua validação moral. E quero lá saber que tu digas que não concordas com o aborto como tal. Se não concordas, e ainda assim queres obrigar os filhos de todos a aceitarem que o aborto é um método contraceptivo, deves andar a fumar coisas estranhas e fora do prazo de validade...
"Porque, concorde ou não, é essa a realidade em que eles vão crescer. E precisamente para não atropelar direitos individuais é preciso proteger os direitos das crianças, que também são indivíduos, e não os subordinar aos caprichos dos pais."
Claro, e quando legalizarem a pedofilia, como é nessa realidade que eles vão crescer, não podemos atropelar-lhes os direitos individuais protegidos pelo estado: se um adulto quiser ter relações sexuais com os meninos, isso está legalizado. E pronto, ficam informados. Nem todos os pais concordarão com a pedofilia, ou com o actual limite legal da idade de consentimento, mas as crianças têm o direito a ser informados que, tendo mais de 14 anos e sendo seduzidas por um adulto para fins sexuais, ele não lhes está a querer fazer qualquer mal.
"Uma coisa é ensinares o que queres ao teu filho. Isso está no teu direito, como indivíduo, e não te podem obrigar a ensinar outras coisas.Outra é poderes proibir que ensinem algo ao teu filho. Isso não é parte dos teus direitos individuais porque, em rigor, nem é nada contigo. É com o teu filho. E são os direitos dele que estão em causa aqui"
Exacto. Quando um estranho com o cargo de funcionário público quiser ensinar aos meus filhos que a sodomia é uma prática aceitável, ou perguntar-lhes se eles se masturbam, não é nada comigo. São lá negócios entre ele o meu puto de cinco, seis, sete, dez, doze anos. Temos de dar espaços às crianças para aprenderem a defender-se das intromissões de adultos estranhos. Está bem...
"Por isso a decisão daquilo que o Estado ensina às crianças não deve ser tomada em função das ideologias ou preferências dos pais mas sim em função dos interesses das crianças."
Mas, quem é o Estado nesta conversa? Ah pois, a experiência de vida do senhor Ludwig Krippahl. "Meus miúdos"servem de padrão para "Vossos miúdos".
"Pode não ser tudo ensinado ao mesmo tempo, mas a decisão de quando e o quê deve ser tomada de acordo com o interesse das crianças. São os seus direitos individuais que estão em causa, não os dos pais"
A bem das crianças, contra os pais. Ludwig Krippahl, um reles e miserável projecto de ditador de costumes.
Aqui está um belo resultado da aplicação deste tipo de teorias que o papagaio está a promover: http://www.queridafilha.com/
"Não tenho é o direito de impedir os meus filhos de aprenderem coisas que lhes possam ser úteis, mesmo que sejam coisas das quais eu discordo. É a diferença entre ensinar e pôr palas."
O gajo não entende que ninguém o proibe de ensinar aos filhos aquilo que ele bem entender. Partiu disso, para pensar que também ninguém o pode proibir de ditar aos filhos dos outros, aquilo que ele entende que lhes vai ser útil. Está em delírio psicótico.
"De resto, é impossível ensinar crianças sem qualquer doutrina. Vamos deixar que se comportem na aula conforme os pais queiram? Que façam os trabalhos que lhes apetecer, que aprovem ou reprovem como os pais quiserem, que tenham de saber apenas a matéria que os pais aprovarem?"
É possível ensinar matemática, português, história ou geografia sem qualquer doutrina ideológica. O que não é possível é EDUCAR uma criança sem disciplina, princípios e valores. Como o Estado é ideologicamente neutro, a escola pública tem de ensinar algo de tecnicamente útil para o futuro das crianças. Quem educa são os pais, a escola simplesmente presta um serviço de ensino. Não serve para malucos ditarem que as crianças estão na escola, para serem salvas dos próprios pais.
"Eu diria que um dos problemas da educação é precisamente tentar fazer demasiado a vontade aos pais..."
Claro, vamos antes fazer a vontade à pandilha do Ludwig Krippahl, através de "o Estado".
Estamos perante o mesmo padrão do discurso aqui há dias analisado, retirado do Portal Ateu.
Com este tipo de indivíduos, não se discute, não se debate, não se tenta convencer com argumentos. Com quem nos está a dizer que temos de entregar as nossas crianças ao Estado e que a nossa vontade em relação ao bem-estar dos nossos filhos é um problema, apenas se pode tomar a seguinte atitude:
Se tiver crianças por perto, o video abaixo contém linguagem obscena
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