O anticristianismo e as alianças políticas anticristãs, texto de Orlando Braga:
O uso do termo “cristianofobia” é inapropriado. Temos que ter cuidado com a linguagem. Por razões diferentes, o termo “islamofobia” também é incoerente. Uma fobia é, por definição, um medo irracional; ora, os conceitos correntes de “cristianofobia” e de “islamofobia” nada têm de irracional, no sentido em que não são inconscientes.
Em vez de cristianofobia, devemos utilizar o termo anticristianismo.
Quem persegue cristãos em todo o mundo não o faz de modo inconsciente ou irracionalizado. No caso da Sharia islâmica, os cristãos são considerados infiéis e, por isso, considerados cidadãos de segunda classe. No mundo islâmico, os cristãos devem pagar um imposto especial por não serem muçulmanos: a Jizya é o nome islâmico desse imposto especial só para os cristãos, que pode ser aumentado de uma forma discricionária em tempo de guerra islâmica (Jihad).
A Sharia é um código de leis racionalizado e politicamente fundamentado. Para além da religião, o Islamismo é um princípio de ordem política — o que não acontece da mesma forma radical em nenhuma das outras religiões universais.
Por outro lado, a perseguição política neo-ateísta aos cristãos é perfeitamente racionalizada (que não é o mesmo que “racional”) e consciente. Dizer dessa perseguição política contra os cristãos que ela é uma “fobia”, é absurdo. Não se trata de uma fobia, mas antes trata-se da materialização de uma agenda política concreta e objectiva, e determinada por uma qualquer religião política.
No caso do nazismo, o anticristianismo era manifesto, como podemos ver na imagem de propaganda nazi aqui ao lado. [confirmar no texto original ] Porém, o anti-cristianismo europeu actual é sobretudo de origem marxista — seja este um marxismo tradicional ou marxismo cultural.
As alianças conjunturais anticristãs
Hoje existem basicamente dois tipos de alianças conjunturais anticristãs, e provavelmente contra-natura: a aliança Marx/Maomé e a aliança Neoliberal/Marxista.
Esta última é demonstrada, por exemplo, com o apoio político e financeiro da plutocracia de Bilderberg (George Soros, Rockefeller, entre outros) aos movimentos marxistas da América Latina (FARC, por exemplo), e pelo apoio de Bilderberg a uma agenda política — compartilhada plenamente pelo marxismo cultural — de difusão do aborto e da homossexualidade cultural (gayzismo) como forma de controlo populacional. As famílias numerosas são o pesadelo dos poderosos.
A aliança Marx/Maomé é mais evidente e clara do que a anterior. Esta aliança anticristã pode ser constatada na maior parte dos países do norte da Europa onde a influência islâmica na política assume proporções desproporcionadas, levando mesmo à substituição do Estado de Direito secular pela Sharia, em algumas situações. A aliança Marx/Maomé rege-se pelo seguinte princípio: “o inimigo do meu inimigo, meu amigo é”. Neste caso, o inimigo comum é o Cristianismo.
O uso do termo “cristianofobia” é inapropriado. Temos que ter cuidado com a linguagem. Por razões diferentes, o termo “islamofobia” também é incoerente. Uma fobia é, por definição, um medo irracional; ora, os conceitos correntes de “cristianofobia” e de “islamofobia” nada têm de irracional, no sentido em que não são inconscientes.
Em vez de cristianofobia, devemos utilizar o termo anticristianismo.
Quem persegue cristãos em todo o mundo não o faz de modo inconsciente ou irracionalizado. No caso da Sharia islâmica, os cristãos são considerados infiéis e, por isso, considerados cidadãos de segunda classe. No mundo islâmico, os cristãos devem pagar um imposto especial por não serem muçulmanos: a Jizya é o nome islâmico desse imposto especial só para os cristãos, que pode ser aumentado de uma forma discricionária em tempo de guerra islâmica (Jihad).
A Sharia é um código de leis racionalizado e politicamente fundamentado. Para além da religião, o Islamismo é um princípio de ordem política — o que não acontece da mesma forma radical em nenhuma das outras religiões universais.
Por outro lado, a perseguição política neo-ateísta aos cristãos é perfeitamente racionalizada (que não é o mesmo que “racional”) e consciente. Dizer dessa perseguição política contra os cristãos que ela é uma “fobia”, é absurdo. Não se trata de uma fobia, mas antes trata-se da materialização de uma agenda política concreta e objectiva, e determinada por uma qualquer religião política.
No caso do nazismo, o anticristianismo era manifesto, como podemos ver na imagem de propaganda nazi aqui ao lado. [confirmar no texto original ] Porém, o anti-cristianismo europeu actual é sobretudo de origem marxista — seja este um marxismo tradicional ou marxismo cultural.
As alianças conjunturais anticristãs
Hoje existem basicamente dois tipos de alianças conjunturais anticristãs, e provavelmente contra-natura: a aliança Marx/Maomé e a aliança Neoliberal/Marxista.
Esta última é demonstrada, por exemplo, com o apoio político e financeiro da plutocracia de Bilderberg (George Soros, Rockefeller, entre outros) aos movimentos marxistas da América Latina (FARC, por exemplo), e pelo apoio de Bilderberg a uma agenda política — compartilhada plenamente pelo marxismo cultural — de difusão do aborto e da homossexualidade cultural (gayzismo) como forma de controlo populacional. As famílias numerosas são o pesadelo dos poderosos.
A aliança Marx/Maomé é mais evidente e clara do que a anterior. Esta aliança anticristã pode ser constatada na maior parte dos países do norte da Europa onde a influência islâmica na política assume proporções desproporcionadas, levando mesmo à substituição do Estado de Direito secular pela Sharia, em algumas situações. A aliança Marx/Maomé rege-se pelo seguinte princípio: “o inimigo do meu inimigo, meu amigo é”. Neste caso, o inimigo comum é o Cristianismo.
0 comentários:
Enviar um comentário