Os terroristas islâmicos só têm de se preocupar com a parte técnica do atentado. Depois de provocarem explosões e mortes nos países ocidentais, os agentes locais do ateísmo por um mundo melhor dão o remate final: propaganda e difamação, 24 horas por dia, contra os cristãos.
Os ataques a Nova Iorque foram o ponto de partida para o surgimento de movimentos de ateus que aproveitaram a tragédia como emblema do "ateísmo por um mundo melhor". Esses movimentos neo-ateístas defendem ideias paralelas às da Al Qaeda. Resumidamente:
1- A humanidade tem um inimigo comum, logo, por definição, está implícito que esse inimigo é sub-humano. A Al Qaeda diz que o inimigo da humanidade são os EUA/ Israel/ infiéis ao Islão. O Neo-Ateísmo defende que são as religiões/ conservadores/ crentes em Deus.
2- A humanidade tem representantes e defensores dos seus interesses. Logo esses humanos são especiais, iluminados. Mais racionais, inteligentes, moralmente mais evoluídos, etc.
3.- Se o inimigo da humanidade for eliminado/reprimido, teremos um mundo melhor.
4- A construção desse mundo melhor justifica o uso de violência.
5- O mundo melhor será, obviamente, construído pelos representantes e defensores da humanidade. Quanto mais muçulmano/ateu for o mundo, mais perto estaremos do paraíso na Terra.
É de notar que um ataque de uma organização terrorista muçulmana a um país cristão, leva ao aparecimento de grupos ateístas que adoptam como alvo preferido da sua propaganda, não o Islão, mas o Cristianismo. Teoricamente, os neo-ateístas dizem que o 11 de Setembro demonstra a maldade generalizada das religiões. Na prática, o alvo escolhido são os cristãos.
A malta do associativismo ateu, hoje um movimento internacional, pega fogo a capelas católicas e não a mesquitas. Organiza contra-manifestações para provocar e insultar cristãos, e não muçulmanos.
Também não consta que esses movimentos tenham sido particularmente contrários à construção de uma mesquita próxima do local dos atentados de 11 de Setembro. Mas relativamente a duas vigas em forma de Cruz que restaram dos edifícios destruídos, os movimentos ateus exigem que a empreitada do senhor Bin Laden seja levada até ao fim com rigor: ou seja, que essas vigas sejam demolidas.
Infelizmente, os ateus militantes não tratam os cristãos com o mesmo respeito e tolerância que reservam para os muçulmanos.
Infelizmente, os ateus militantes não tratam os cristãos com o mesmo respeito e tolerância que reservam para os muçulmanos.
A vitória dos terroristas islâmicos tem sido total e completa. Os edifícios são arrasados e as pessoas são assassinadas. A culpa, é atribuída à religião tradicional e maioritária do países atacados, por cidadãos e meios de comunicação desses mesmos países.
Se o 11 de Setembro foi um ataque religioso, então os ateus militantes tomaram partido pelo agressor, contra a vítima.
Acontece hoje que a religião da maioria norte-americana já não é respeitada e diz-se que ela tem de ser vivida apenas em privado. Por exemplo, os cristãos nova-iorquinos que pretendam rezar pelos familiares assassinados pelos fanáticos islâmicos no 11 de Setembro, têm de o fazer em privado. Isto, para contentamento dos ateus militantes.
A justificação apresentada é a de que existe separação do estado e das igrejas, e que a manifestação religiosa de alguns pode incomodar os outros. E assim se trata a população como se fosse propriedade do estado.
Existindo separação entre estado e igrejas, mais uma razão para o estado não determinar onde, quando e como se deve rezar. Existindo liberdade religiosa, o problema de quem se sente incomodado com a religião dos outros, é apenas dessa pessoa. Essa questão não deve ser resolvida pelo estado com o silenciamento e um código cerimonial secularizado, favorecendo os intolerantes que não suportam ver alguém manifestar uma religião diferente da sua.
Quem é que também ficará especialmente feliz com esta limitação da liberdade religiosa em países fortemente cristãos? A Al Qaeda? Os regimes teocráticos islâmicos? Claro que não...
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Terrorista fanático islâmico, um profissional de sucesso.

Nem mais, concordo plenamente consigo. Essa onda de fundamentalistas chamada neoateismo são antes sim uns cobardes, pois tenho a certeza que não se atreveriam falar do islão como falam do cristianismo, borram-se de medo ...
ResponderEliminarCôrte
"A malta do associativismo ateu, hoje um movimento internacional, pega fogo a capelas católicas e não a mesquitas. Organiza contra-manifestações para provocar e insultar cristãos, e não muçulmanos".
ResponderEliminarÓbvio. Eles têm medo dos muslos. Se atacassem uma mesquita, não poderia ficar-se a rir - possivelmente nem poderiam rir-se mais sequer. E depois há também o problema dos muslos serem tremendamente protegidos pelo politicamente correcto.
No dia em que, hipoteticamente falando, os ateus militantes conseguirem acabar com o Cristianismo, esses terão feito um enormíssimo favor aos muslos, que depois na aplicação total da «sharia» terão o maior dos prazeres de deitar as cabeças de todos eles ao chão.