Para se ter uma ideia do nível de estupidez a que pode chegar a mente ateísta-fanática, voltemos ao caso dos pescadores de Caxinas. Tal como o Diário Ateísta, o Portal Ateu também não deixou passar o assunto.
O mestre da embarcação que viveu na pele a trágica experiência, digo eu, deve perceber mais de assuntos marítimos e de navegação do que o ateu portalado. Mas o senhor Rui Janeiro, ateu fanático, atribui ao mestre da embarcação o mérito da sobrevivência dos pescadores. Coisa que o próprio, que lá esteve e sabe o que viu, não assume. Pelo contrário, diz que foi um milagre.
Eu não sei se houve milagre. Mas se quem lá esteve e sabe do que fala diz que sim, calo-me.
Onde está o motivo válido para algum ateu se sentir incomodado com um caso que acabou bem para todos, ao ponto de disputar e atacar publicamente a fé dos resgatados, com expressões rudes e de mau gosto?
Também não consta que a patrulha de salvamento se tenha sentido ou manifestado alvo de ingratidão por parte de alguém. No entanto, aí está o senhor Rui Janeiro armado em justiceiro e chamando a atenção para os supostamente esquecidos e substituídos por Deus. O ateu fanático tem ressentimentos e frustrações pessoais com a religião mas manifesta-os em nome da patrulha de resgate, da qual nada indica que não seja composta também, ou sobretudo, de pessoas cristãs e devotas.
Mas a coisa chegou a um ponto ainda mais caricato. Note-se este comentário de um leitor do Portal Ateu (sublinhado meu):
Há, de certeza, muitas pessoas (mesmo não crentes) que ao lerem o relato na primeira pessoa, acharão que o tempo que os pescadores passaram na balsa a rezar teve um efeito benéfico e, por consequência, a crença e fé em Deus ajudou-os a manterem-se vivos mais tempo. Eu digo que essa atitude poderia muito bem ser substituída por preparação para estas situações e/ou por outro tipo de treino mental como IOGA.
O chico-esperto e marinheiro de água-doce, ou nem isso, só porque é ateu acha que tem a autoridade para determinar aquilo que se deve fazer num naufrágio, como forma de combater o desespero.
No meio de uma tempestade em alto mar, os náufragos devem fazer ioga. Não se sabe se a técnica resulta e se o próprio indivíduo que a sugere já a experimentou na prática, numa tempestade em alto-mar dentro de uma balsa. Mas fica a dica.
Afinal, os pescadores de Caxinas rezaram a Deus, mantiveram a esperança e...sobreviveram. Força nesse ioga e tentativa de mudar o mundo para a realidade se adaptar à vossa teoria, caros ateus portalados.
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Não vou reproduzir aqui comentários obscenos que lá foram colocados, atacando a devoção mariana dos pescadores. O exposto é suficiente para concluir que a estupidez define o Portal Ateu.
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