Associação Ateísta Portuguesa: organização de fanáticos anticristãos que dizem representar "os interesses" dos ateus.
O Diário Ateísta é o blogue onde os fanáticos da Associação Ateísta Portuguesa promovem, diariamente e há quase dez anos, insultos gratuitos, provocações e incentivos à violência psicológica e física contra quem acredita em Deus ou segue uma religião.
Luís Grave Rodrigues*, que há tempos tinha declarado uma famosa citação que promove a matança em nome do mundo livre, defende agora o incêndio de igrejas, com a seguinte imagem e texto:

Quando um Cardeal português defende que uma mãe deve (poder) tomar conta dos seus filhos, a maioria da comunicação social fica horrorizada e trata de cumprir o dever jornalístico de deturpar e noticiar tão chocante ideia.
Quando um anticristão fanático, respeitada figura pública e auto-proclamado porta-voz e defensor dos "direitos das minorias", acha piada a igrejas a arder, todos aqueles jornalistas tão rápidos a noticiar "comunicados" da Associação Ateísta Portuguesa sobre a Igreja Católica, deixam de saber que o Diário Ateísta existe.
Por muito menos daquilo que o Diário Ateísta tem promovido, organizações racistas e grupos neo-nazis são ( e muito bem) colocados sob vigilância e atenção especial das autoridades.
Por aquilo que promove e defende, a Associação Ateísta Portuguesa é, sem qualquer dúvida, uma organização terrorista. No dia em que grupos de anticristãos passarem das palavras aos actos, as seitas do ateísmo militante português devem ser responsabilizadas por aquilo que incentivam.
Em Espanha, o lema " A única Igreja que ilumina é a que arde" ( bastante parecido com o slogan do senhor Rodrigues), já não é "poesia" revolucionária politicamente correcta. É fogo nas igrejas.
De acordo com a lei portuguesa, o tipo de militância ateísta que temos em Portugal é criminoso.
Se os amigos leitores e seguires do blogue puderem divulgar os factos apresentados neste texto, agradeço.
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*Luís Grave Rodrigues é um advogado que ficou famoso por ter montado um circo mediático à volta de duas senhoras, suas clientes, que se queriam "casar" uma com a outra.
Bem assinalado, Jairo. Encontrei esse momento de tolerância cívica, mais um, numa casa que até parecia respeitável
ResponderEliminarhttp://pegada.blogs.sapo.pt/1417527.html
Repara como foi bem recebido o protesto a esse incitamento ao ódio. .
Luis G Rodrigues, como todos os outros autores do diário ateísta, no desespero de salvar a humanidade com as suas ideias, insistem em pintar as paredes por onde passam com cópias das suas façanhas.
Que têm esses ateus a dizer acerca do estudo anual Status of Global Missions? Vão dizer que são cada vez menos mas bons? Ou se calhar não acreditam nisso, que é mais fácil...
ResponderEliminarEsse tipo de gente tem que ser denunciada e desmascarada em público, para todos verem que tipo de pessoas eles são.
ResponderEliminarMuitos ateus sensatos que não concordam com esse tipo de atitude acabam pagando o pato e sendo incluídos nesse grupo injustamente.
Nuno Gaspar, pensavas o quê? Que esses tipos não sabiam quem era o Rodrigues nem aquilo que defende, quando o convidaram para o tal blogue? Com todo o respeito, que te sirva de lição. O esquema do "Polícia bom vs Polícia mau" já é velho. O tipo incentiva a queima de igrejas, tu tentas apelar ao bom senso dos seus ( supostos) bem-intencionados camaradas e a resposta que tens é seres mandado para aquele sítio. Como disse, que tenhas aprendido a lição.
ResponderEliminarFire, os ateus ( aka as melhores pessoas que existem) vão ser o futuro da humanidade.
ResponderEliminarEntão não conheces tantas e tantas civilizações milenares,cheias de progresso,baseadas e fundadas no ateísmo? És um homem de pouca fé secular...
Renato Giatti, NENHUM ateu, seja moderado ou fanático, tem moral para dizer que o Cristianismo é prejudicial à humanidade.
ResponderEliminarUm pequeno exemplo,
Enquanto os ateus não apresentarem bons argumentos ateus CONTRA posições infanticidas e pedófilas de ateus na linha de Peter Singer, têm é de estar calados se não quiserem passar vergonhas em público. Enquanto os ateus não provarem que o ateísmo, levado às últimas consequências lógicas, não legitima o infanticídio como proposto pelo ateu Peter Singer; não têm legitimidade para dizer que o ateísmo não é imoral e causa de barbárie.