O ateísmo militante atinge níveis de fanatismo talvez só comparáveis ao nazismo e comunismo. A propaganda desse movimento é baseada na noção de que os ateus são melhores e superiores aos restantes mortais.
Já tinha visto muitas balelas deste género. Os ateus "pensam pela sua cabeça", os ateus "são fortes vs os crentes são fracos", os ateus "valorizam a ciência" ( pois é, são todos cientistas)", os ateus "são mais felizes"; os ateus são "moralmente mais evoluídos" blá, blá, blá. As generalizações continuam.
O ateu militante fala como se o facto de acreditar que Deus não existe, é, não apenas uma característica identitária, mas a sua principal característica identitária. Aquela que, aos seus olhos, o define enquanto pessoa, manifestando por esta um orgulho que nem um rei teria pela sua linhagem.
Agora, nos EUA, ateus militantes chegam ao extremo patético de anunciarem ao mundo que até nas relações sexuais são melhores do que as outras pessoas. Esta gente tem-se mesmo em grande consideração.
É caso para dizer: who cares?
Não é de esperar que isto seja debatido ou alvo de tentativa de refutação. Não estou a ver pessoas do meio académico a reagir para tentarem o título de "campeão sexual" para o religioso comum, disputando-o com ateus exibicionistas que ficaram com a maturidade estacionada na adolescência.
Mas vou aguardar. Quem sabe aparece algum artigo de teologia ou de apologética cristã, analisando em detalhe este poderoso argumento ateu...
Entretanto, qual será próxima iniciativa publicitária dos melhores (ateus) do mundo ? Um campeonato para medirem pilinhas de ateus, talvez.
Um exemplar da raça ateísta-ariana pura


O neo-ateísmo já está muito bem explicado em sua razão de ser; como toda minoria que busca espaço, e principalmente, como argumentação histórica-moral, algo precisava se insurgir contra o monopólio da superstição triunfante e sangrento da religião. Porém fazemos isso de cara e mãos limpas, não há nada mais radical da nossa parte do que convidar os teístas a pensarem criticamente as suas convicções pueris.
ResponderEliminarA questão maior é que a melhor contra-argumentação ao ateísmo militante tem sido o ataque direto à sua vaidade. Quando se ataca a vaidade de alguém narcisista faz-se parecer que aquele sujeito não tem mérito ou razão para sê-lo, é-lhe incumbido um caráter obrigatório de modéstia, ele tem que dizer "sou feio" para existir alguma razão para lhe acharem bonito, o que não deve ser regra! Isso não quer dizer que qualquer ateu tenha razão em qualquer opinião, mas que, essencialmente, aquilo contra qual ele luta é algo realmente indefensável e o melhor grito de defesa daquele que está sendo atacado é alardear que o seu algoz adora triunfar e se achar o vencedor! Óbvio demais. Somo humanos! Quando vencemos triunfamos, isso é normal! Somos competitivos! Deveríamos esperar mais do resto de vocês do que simplesmente atacar a nossa vaidade em razão justificada pela nossa conquista?
We are atheist, debate us!
Decorebático,
ResponderEliminar« O neo-ateísmo já está muito bem explicado em sua razão de ser »
Sem dúvida. O neo-ateísmo aparece para (tentar) eliminar a influência do Cristianismo nas sociedades ocidentais.
http://neoateismoportugues.blogspot.pt/2011/09/ateus-militantes-cumplices-da-al-qaeda.html
http://neoateismoportugues.blogspot.pt/2011/10/11-de-setembro-obra-de-muculmanos.html
http://neoateismoportugues.blogspot.pt/2012/02/proibicao-do-cristianismo-em-nome-da.html
« como toda minoria que busca espaço, e principalmente, como argumentação histórica-moral, algo precisava se insurgir contra o monopólio da superstição triunfante e sangrento da religião.»
É, deve ser. Por exemplo, perante o supersticioso e sangrento triunfo da liberdade de expressão, eis que surge o neo-ateísmo, essa "argumentação histórica-moral":
http://neoateismoportugues.blogspot.pt/2011/08/covardia-do-anticristianismo.html
« Porém fazemos isso de cara e mãos limpas, não há nada mais radical da nossa parte do que convidar os teístas a pensarem criticamente as suas convicções pueris.»
Exactamente. Cara e mãos limpas. Vocês apenas convidam os outros a pensar criticamente. Nada de radicalismos...
Nem sequer incendeiam igrejas,
http://neoateismoportugues.blogspot.pt/2011/04/ateismo-militante-criminoso-e-violento.html
Nem sequer insultam e provocam os cristãos,
http://neoateismoportugues.blogspot.pt/2010/12/neo-ateismo-um-crime_07.html
http://neoateismoportugues.blogspot.pt/2011/09/superioridade-moral-do-ateismo.html
Não se divertem com agressões físicas a peregrinos e sacerdotes,
http://neoateismoportugues.blogspot.pt/2010/10/o-humor-do-portal-ateu.html
E nunca se viu qualquer grupo neo-ateu a querer invadir santuários,
http://neoateismoportugues.blogspot.pt/2012/03/jihad-ateista-ira-fatima.html
http://neoateismoportugues.blogspot.pt/2011/02/portal-ateu-e-as-criancas.html
Ou a desejar a morte a alguém:
http://neoateismoportugues.blogspot.pt/2012/03/uma-jihad-ateista-no-facebook.html
« A questão maior é que a melhor contra-argumentação ao ateísmo militante tem sido o ataque direto à sua vaidade.»
ResponderEliminarA vaidade e arrogância dos ateus militantes, constata-se facilmente. Não é um argumento. É um facto.
Já a melhor contra-argumentação ao ateísmo militante, é a própria argumentação do ateísmo militante. Basta ler esses argumentos com o mínimo de atenção, e verificar que o ateísmo militante é totalmente baseado em falácias.
Procure nos "textos referência" e links indicados na barra à esquerda, neste blogue, e encontra inúmeras demonstrações disso.
«Quando se ataca a vaidade de alguém narcisista faz-se parecer que aquele sujeito não tem mérito ou razão para sê-lo,»
E o ateu militante tem mérito ou razão para ser vaidoso e narcisista? Cabe-lhe a si demonstrar essa tese...
« é-lhe incumbido um caráter obrigatório de modéstia »
Não obriguei ninguém a ser modesto. Ateus militantes, sejam arrogantes, vaidosos e narcisistas à vontade. Agora, ou eu estou errado quando digo que eles são arrogantes, vaidosos e narcisistas, ou eu estou certo. Decida-se.
« Isso não quer dizer que qualquer ateu tenha razão em qualquer opinião, mas que, essencialmente, aquilo contra qual ele luta é algo realmente indefensável »
Pois. Só porque você diz. E demonstrar isso, não lhe apetece ?
« e o melhor grito de defesa daquele que está sendo atacado é alardear que o seu algoz adora triunfar e se achar o vencedor!»
Exacto, constatar a vaidade estúpida do ateu militante, é um grito de defesa. Eu nem durmo à noite. Aquilo que eu mais temo é a argumentação de um ateu militante quando este critica a religião. Começo logo a alardear que o meu "algoz" é vaidoso. Nem consigo escrever uma frase para desmontar os grandes argumentos dessa malta. Este blogue que eu escrevo nem sequer existe...
« Somos humanos! Quando vencemos triunfamos, isso é normal! Somos competitivos!»
Quem disse que você venceu, ou é competitivo? Não é possível descortinar qualquer competitividade argumentativa da sua parte. Apenas declarações injustificadas e auto-elogios.
« Deveríamos esperar mais do resto de vocês do que simplesmente atacar a nossa vaidade em razão justificada pela nossa conquista? »
Está a delirar, certamente. Quem lhe disse que você conquistou alguma coisa? A sua mãe?
« We are atheist, debate us!»
Eu até debateria consigo, mas debater o quê? Você não apresentou nada que possa ser debatido. Apenas treta facilmente desmascarada.
Se quer debater, apresente alguma coisa. Não se fique pelos auto-elogios e tentativas de hipnotizar a audiência com frases injustificadas. Acho que eu tenho cinco anos, para cair no seu tão evidente e anedótico self-selling?
Tente outra.