Sábado, 18 de Fevereiro de 2012

Qual será a prioridade de uma mãe, segundo o Diário Ateísta ?

« Ao Ricardo Alves parece ser muito estranho que uma das funções essenciais das mulheres seja cuidar dos filhos, como depreendi da adopção do específico título do seu texto e da parte introdutória do mesmo:
"Quem o diz é um tal Manuel Monteiro de Castro, cidadão português até agora desconhecido"
Ora se essa não é uma função essencial de uma mulher que tenha filhos, qual é então essa primordial função na esconsa perspectiva do RA ?
a) Andar na prostituição ?
b) Chutar para a veia ?
c) Passar o tempo livre nas borgas ?
d) Matar os filhos à nascença ?
e) Abortar os fetos da sua gestação, para não ter tanta trabalheira com os filhos ?
Qual é a função essencial da mulher, Ricardo Alves ?
Vá, mostre aqui a sua alta sapiência... »
"antoniofernando", comentador do Diário Ateísta.


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A vida da mulher comum que dá prioridade à "carreira".

Na teoria feminista / telenovela / literatura light...






Na vida real...





A única "carreira" que conhecem é esta
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A lógica feminista anticristã:

Mulher infeliz e oprimida...


Mulher com "carreira", moderna, emancipada e feliz...
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« Alegadamente, as mulheres que voluntariamente escolhiam ficar em casa eram "oprimidas". Não se entende bem como alguém que livremente escolhe ficar em casa a cuidar dos seus filhos (ao mesmo tempo que um homem lhe paga todas as despesas) é de alguma forma "oprimida".

Mas sendo um movimento político esquerdista sem conhecimento da natureza da mulher, o feminismo está condenado a trazer infelicidade às mulheres, às famílias, às crianças e principalmente aos homens.
Uma das formas através da qual nós podemos vêr que o feminismo desconhece a natureza da mulher é precisamente na questão que envolve a escolha feminina de querer ser dona de casa em detrimento duma carreira profissional.

Se a mulher era oprimida por escolher ficar em casa, porque é que um significativo número de mulheres actuais anseia poder ter liberdade económica para ficar em casa a cuidar dos filhos? » 

3 comentários:

  1. Que mulheres você conhece? Com quantas conversou? Alguma vez alguma se entregou a si? Abriu seu coração a você? Você vive num mundo muito piquinino...

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  2. Gostei do interrogatório. Estou aqui a rir-me sozinho, no meu mundo "piquinino". Gostei tanto, que vou responder:

    -Quantas mulheres conheço: nenhuma.

    -Com quantas conversei: não converso com mulheres desde 1991.

    -Se alguma vez alguma se "entregou a mim? Não.Não sou polícia, nunca comandei nenhuma situação em que qualquer pessoa, homem ou mulher, se tivesse de entregar a mim.

    Se já vi algum coração feminino aberto: não, também não sou cirurgião cardiologista.

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  3. Jairo,

    Eu não o conheço, mas faço questão de lhes dar os parabéns pelos seus textos, são excelentes!

    Quando recentemente li uma noticia sobre este assunto, não fiquei nada admirado com todo o tipo de comentários que li no jornal Público, Dn, Jn, Correio da Manhã, Aeiou, etc, ... foi impressionante como a esmagadora dos comentários acabaram por confirmar as palavras do cardeal. Ou seja, os comentários de tipos mal educados e acima de tudo cobardes, que se escondem por tras de um PC para proferir palavrões e imundícies sem fim a respeito dos outros. São os tais filhos mal educados que precisavam de uma mãe e de um pai que os educasse.
    São esses, os tais "filhos" do marxismo e do anarquismo, que os ilustres partidários de satã disfarçados de uma intelectualidade demente ajudam a criar na sociedade.
    Por essas e por outras deixei de fazer comentários na net onde eles não são moderados, caso contrário emerge toda a imundície que espelha bem a sociedade em que vivemos (basta dar uma pequena olhada aos comentários que surgiram quando saiu a noticia sobre o nº de abortos realizados em Portugal desde que o genocídio foi aprovado...o aborto ... para vermos como isto está ...a caminhar para o caos individual e colectivo).
    Os jornais também têm culpa que determinados comentários sejam publicados, quando não deviam.

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